segunda-feira, 14 de junho de 2010

Trios Suiça

Munovas

Muharas 1975

Maspesos

Family Swiss Boys - Walt Miller, Lucien Monerrat, Gus Miller

domingo, 13 de junho de 2010

The Harmonica Swingers

The Harmonica Swingers - France (1)

Aqui estão os nossos velhos amigos do grupo francês Harmonica Swingers. Por duas vezes partilhámos palcos com eles ( e não só, mas isso é uma outra história, que ficará para uma próxima oportunidade ). Infelizmente, Jacques Duclos o clown multifacetado do trio já nos deixou faz algum tempo. Fica aqui a nossa saudade e a nossa homenagem a este bem humorado grupo.

                        Paris 1976. Gerard Margnoux, acordes; Jacques Duclos, baixo; Jean Buescher, solo. 

                               Da esquerda para a direita; Jean Buescher, Gérard Margnoux, Jacques Duclos

                    Maio 1975. Da esquerda para a direita; Jean Buescher, Jacques Duclos, Gérard Margnoux.

Festival d'Annecy, 11 Julho 1987. Roger Quequet, solo; Jacques Duclos, baixo; Jean Buescher, acordes



                                                                   The Harmonica Swingers 1984


                                       Primeira formação do grupo. Émile Manzano, Jean Buescher, Jacques Duclos.




sábado, 12 de junho de 2010

Blizza Harmonica Gang

Blizza Harmonica Gang - Germany
Ao completar hoje a 200ª postagem, quis que ela significasse algo de especial. Ao longo das incursões do Trio Harmonia pelos campeonatos do mundo em harmónica, por três vezes os destinos destes dois grupos ( Blizza e Harmonia) se cruzaram. A primeira foi em Winterthur, Suíça 1969, o Trio Harmonia ficou em primeiro lugar e o Blizza em terceiro. Mais tarde em 1973, mais um encontro em Ieper, Belgica, e mais uma vitória do Trio Harmonia, conseguindo o Blizza o segundo lugar. Finalmente em Offenburg, Alemanha, o Blizza quedou-se pelo terceiro lugar e o Trio Harmonia arrebatou mais uma vez o primeiro posto. Como tal, havia uma pontinha de inveja e revolta por parte dos Blizzas, sem que isso no entanto significasse uma conduta menos própria. Eram excelentes executantes, com uma técnica impressionante, infelizmente para eles, o Trio Harmonia era melhor. Sei que o meu amigo Siegmar Kreitz, infelizmente já não pode tocar, pelo menos com a mestria com que o fazia. Fica aqui a minha homenagem a esse extraordinário harmonicista, bem como os nomes dos elementos desse magnífico trio: solo, Siegmar Kreitz; baixo, Siegfried Brugier; acordes e harmoneta, Eugene Feltin.
1969 Winterthur
Ypres 1973


1973 Ypres
 
1989

Blizza e Picca Trio


Blizzas e Jerry Murad


sexta-feira, 11 de junho de 2010

Solistas França

Cinco solistas franceses e um belga 

O meu bom amigo Jean-Pierre Eloy, de Montrouge, num concerto realizado na Câmara Municipal de Paris, no Salon des Arcades, em 9 Julho 1987

Claude Garden, num concerto efectuado em Seine-Saint-Denis, 11 Janeiro 1984

Jean-Toots Thiellemans e Claude Garden na Torre Eiffel em 19 Fevereiro 1984

Meu bom amigo René Haboyan, acompanhado por sua esposa Jeanine em 1975

A terminar, o nosso bom amigo Dr. Jean-Claude Lavergne

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Quatuor Harmos

Quatuor Harmos - France
Em 1969, na bonita cidade suíça de Winthertur, travámos conhecimento com os simpáticos franceses do Quatuor Harmos. Excelente grupo, distinguia-se pela sua extrema segurança e musicalidade, na interpretação de compositores como Haydn, Vivaldi ou Purcell. A sua formação era um pouco diferente dos habituais quartetos, assim o acordes era substituído (excelentemente, no tipo de música que interpretavam) por um teclado. Duas harmónicas solo e um magnífico baixo, que funcionava practicamente como um basso continuo, completavam o quarteto.



En 1967, Régine intègre le Quatuor Harmos.


Pierre Rochat, Gérard Margnoux, Guy Savatier et Annie Bérard  en concert à la salle Cortot 1968









1968 - Gérard Margnoux, Pierre Rochat, Guy Savatier, Annie Bêrard

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Métodos

Apresento-vos hoje não só um método, mas várias outras publicações que tem de comum entre si, o trazerem uma pequena harmónica. Entre elas, encontram-se publicações destinadas a crianças. Nós sabemos, que entre estas pequenas harmónicas,(algumas delas autênticos brinquedos) e um verdadeiro instrumento, vai uma diferença abismal. Mas também sabemos, que se não se despertar na criança o gosto pela música, neste caso através desse brinquedo em forma de harmónica, mais difícil será ela vir a gostar de música, e mais difícil ainda, tornar-se um executante de qualquer instrumento.